Mostrar mensagens com a etiqueta natureza. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta natureza. Mostrar todas as mensagens
segunda-feira, 3 de abril de 2017
Os meus olhares, esta manhã
Depois de ir ter ido pôr o piqueno à escola, de manhã, saí com o objectivo de fotografar plantas selvagens que crescem à beira dos caminhos, para poder fazer um estudo mais "aprofundado" das espécies que ainda não identifico bem, com a ajuda de um livro antigo que tenho comigo e que fala dos segredos e virtudes das plantas medicinais, sendo este mesmo o título do livro.
O ar estava fresco e limpo, ainda um pouco húmido do orvalho caído durante a noite e este meu primeiro dia útil de férias não podia ter começado da melhor maneira. Com ar leve e cheiro fresco e pedaços de paisagem avassaladora... pelo menos para mim :)
quinta-feira, 19 de maio de 2016
Título? Não é preciso...
É a natureza profunda das coisas, até a da própria natureza, que me faz entrar no ritmo certo, ou pelo menos, o mais acertado possível com o meu próprio ritmo. Pensar q.b., sonhar q.b., planear q.b. e fazer q.b. Tudo em equilíbrio, para a balança não pender mais para um lado, às vezes o lado errado. Mas às vezes também o lado certo, e nos dias em que isso acontece parece que tudo está alinhado.
Sobretudo, eu acredito, nada deveria sair forçado de dentro de nós. A vida deveria fluir do nosso interior e fundir-se com o exterior de uma forma natural. Mas enfim, nem sempre isso acontece... Porque vivemos de pressões externas que entram dentro de nós e nos engolem e condicionam assim a nossa existência. Tramado...
Quero despir essa capa! Quero vestir a capa que eu fiz para mim e usá-la com orgulho. Quero equilibrar a minha teoria e apatia com toda a prática que me é possível diante da actividade que me proponho exercer. Ao meu ritmo.
Trabalho e prazer. Um só, como num casamento. É nessa união que quero viver feliz para sempre, até que a morte me dê uma outra vida.
Etiquetas:
Mata Nacional dos Sete Montes,
Momentos,
natureza
domingo, 31 de janeiro de 2016
Recomeços
Gosto desta sensação de recomeçar aos poucos diversas acções que tinha deixado para trás e aberto mão em nome sei lá do quê...
Gosto desta sensação de me reencontrar, de abrandar para me voltar a conhecer.
Gosto desta sensação de dar prioridade àquilo que considero verdadeiramente meu e de o partilhar com quem me rodeia. Não adianta querer ser o que não sou, querer agradar a outros e esquecer-me de mim, não adianta fugir do óbvio.
Adoro parar e observar o que me rodeia, o que me cativa, o que prende o meu coração. Em definitivo, a natureza sempre me acompanha. Impossível dissociar-me disso. Ponto.
Momentos assim, só ou acompanhada, são sempre garantia de coração cheio. E sem dúvida, partilhá-los com alguém tem outro sabor. Conquistar esse alguém para ver o invisível, o tal que é essencial na vida, é por demais empolgante. É como observar uma criança a dar os primeiros passos na descoberta do mundo fantástico que a rodeia.
Abrandar faz todo o sentido, neste momento. Parar até, se for necessário. Observar. Escutar. Sentir. Seguir. Faz todo o sentido, neste momento.
Parar para admirar a água que flui com a corrente e os pássaros que planam por cima de nós e nos observam lá do alto, sentar a ver a tarde que cai em silêncio num sítio diferente, lanchar um lanche simples à beira de um laranjal, descobrir novos lugares, é o que vos desejo nesta semana que começa, se sentem o mesmo que eu...
sexta-feira, 19 de dezembro de 2014
Coisas que tornam o nosso dia a dia mais feliz
Trabalhar e criar com as mãos. E observar atentamente a natureza. Aqui, a toutinegra passou uma boa parte da tarde connosco sem se importar com a nossa presença, como se fosse da casa ou melhor, do quintal. Uma coisa inspira-se na outra e em cada uma há uma mensagem feliz para o momento.
Bom fim de semana a todos.
terça-feira, 7 de outubro de 2014
Subscrever:
Mensagens (Atom)