quarta-feira, 18 de maio de 2011
O lugar dos sentidos
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terça-feira, 17 de maio de 2011
Matar saudades
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segunda-feira, 16 de maio de 2011
De mãos dadas
Um dia de cada vez. Como se diz, se soubermos para onde vamos, sabemos por onde caminhar e torna-se mais fácil chegar lá. Talvez. Por agora, mais importante do que atingir o objectivo, é usufruir da caminhada. Cada processo é necessário para a edificação do ser. E eu quero aprender.
Um dia de cada vez. De mãos dadas, como sempre tem sido, de preferência.
domingo, 15 de maio de 2011
Pequeno-almoço animado
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quarta-feira, 11 de maio de 2011
Ainda agradecida
Geralmente, as minhas compras de supermercado são semanais. Para tal, faço uma lista com tudo o que preciso: alimentação, higiene e limpeza. Nunca saio dessa lista porque também tenho uma quantia limite semanal estabelecida para gastar. E como sei mais ou menos o preço das coisas, consigo controlar esta área das nossas finanças.
Ainda assim, a vida não está fácil. Mesmo para quem se resume às despesas básicas, sem extras praticamente nenhuns. Os preços aumentam, o desemprego bate à porta, a saúde pode faltar e os apoios são escassos, a gestão dos bens e recursos nacionais é feita de maneira leviana e viver nesta ansiedade é uma ode à criatividade de cada um.
Isto para dizer que, nos momentos de calma, naqueles em que se pode admirar o céu azul e ver árvores verdes e inspirar de prazer, continuo a ser grata. Sou grata por cada refeição que tomo, porque ter comida para apresentar na mesa é uma benção que não nos deve passar ao lado, especialmente quando temos filhos. E sou grata também por cada semana que vou ao supermercado e trago o carrinho com as compras que preciso para aquela semana, nem mais nem menos, e posso chegar a casa e suspirar de alívio. Alívio porque mais uma semana, e os próximos dias estão garantidos. Tive dinheiro para comprar e no supermercado havia para vender.
Parece básico, não é? Mas quando alguma surpresa da vida nos bate à porta, aquilo que nos parece básico e adquirido passa a ser vital e aí paramos para pensar. Não tenho nada por garantido nesta vida, porque a vida é, em si, instável, sujeita a muitas leis e condições que não controlamos. É por isso que quando penso nestas coisas sinto aquelas cóceguinhas na barriga, feliz porque todos os dias temos sido tão amparados.
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domingo, 8 de maio de 2011
Riqueza da vida
Fazemos muitas declarações de amor um ao outro e uma das coisas que lhe digo com frequência é que "és a riqueza da minha vida".
Então no meio de tantos beijinhos, ele queria acabar em grande e acabou por dizer: "és a minha riqueza da vida".
Abraçei-o e não pude deixar de me rir. Com a gramática toda trocada ou não, a linguagem do amor é maravilhosa.
E para que conste, o bicharoco ali em cima é o marido da joaninha. Ele é que disse, daí lavo as minhas mãos.
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sexta-feira, 6 de maio de 2011
O grilo foi à escola
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