No caminho para Caxarias, não resisti a parar. Vi tantos campos branquinhos, telhados cobertos de gelo e gente vestida como se fosse para o Pólo Norte. Lindo!
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Muito, muito frio
Estavam 3 graus negativos quando fui pôr a carraçinha à escola, hoje. Brrrrr.... Divertimo-nos pelo caminho a fazer fuminho com a boca, mas até doía. Ele não tinha frio, como homem quente que é e bem agasalhado que estava, mas eu tinha as mãos engadanhadas. Brrrrr....
No caminho para Caxarias, não resisti a parar. Vi tantos campos branquinhos, telhados cobertos de gelo e gente vestida como se fosse para o Pólo Norte. Lindo!



O sol brilhava, mas a meio da manhã, as nuvens foram surgindo, altas.
E ao meio-dia ainda estava assim:

Adoro este tempo! Ainda falei com um senhor que costumo inquirir, que tinha tirado umas fotos giras de todo o gelo que tinha visto, toda animada que estava. "Giras?! Giras é na Alemanha!" Pois, mas cada um goza o que pode, certo? E eu fiz o meu melhor neste dia, a apreciar toda a beleza gélida que se encontrava à minha volta. A beleza daqueles cristaizinhos de gelo sobre a erva, ninguém me tirou! E depois, como o meu trabalho é andar, não tive assim tanto frio, n'é?
No caminho para Caxarias, não resisti a parar. Vi tantos campos branquinhos, telhados cobertos de gelo e gente vestida como se fosse para o Pólo Norte. Lindo!
Etiquetas:
Inverno
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Malandra
"Oh mãe, porque é que a lua há bocado estava na escola e agora está aqui no avô?"
"A sério, filho? Malandra..."
Já me fez esta pergunta umas quantas vezes. Eu já lhe respondi. Conclusão: os meus conhecimentos de astronomia infantil deixam muito a desejar! Mas adoro estas perguntas. Só me fazem ter vontade de abraçá-lo e responder a tudo o melhor possível. "Onde é a cama do sol?"
Etiquetas:
família
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
A nossa tarde
Etiquetas:
família
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Minhas casinhas velhinhas
Como já é aqui sabido, tenho um fraquinho por casas velhas. Não sei bem porquê mas, ao pensar nisso, ocorre-me sempre uma comparação com aquilo que eu sinto pelas pessoas.
Sou uma pessoa um pouco fechada, não sou do tipo que conhece um grupo de pessoas e fica logo amiga de toda a gente. Mas, no meu coração, não rejeito ninguém. Gente pobre, com aspecto pouco popular, metidas a um canto ou com elas próprias, apontadas pelos outros por este ou aquele feito ou este ou aquele defeito, são aquelas de quem me aproximo mais facilmente. É assim desde a escola primária até à universidade. Até hoje.
A rejeição dói e desconstrói. Ser julgado sem se conhecer o coração, dói e desconstrói.
A prioridade é conhecer o coração, o que exige treinar a visão naquilo que não se vê. E já tive tão boas surpresas. Cada pessoa é um mundo a descobrir. O corpo, a roupa, até muitas palavras, são só fachada. Quando se abre a porta e se permite entrar, poderemos encontrar um interior por pintar, rebocar, reconstruir, pôr portas e janelas. Se houver possibilidade de pormos mãos à obra, ficamos sujos nesse processo, mas vamos limpando esse interior e deixá-lo a respirar melhor e a ficar mais belo. Muitas vezes, só o entrarmos já muda todo o cenário. Quanto a nós, depois é só tomar um banho e ficamos todos como novos.
Etiquetas:
Casas em ruínas,
Momentos
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Fim-de-semana
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Capela
Ao longe, parece uma simples casa em ruínas. Ao perto, assume um ar mais religioso. E o nome da rua não deixa dúvidas: Rua da Capela. O único edifício desta rua. Não sei há quanto tempo aqui está, mas esta foi uma capela. E tão bonita.
Tirei estas fotos a semana passada, naquele dia frio em que a água deitava fumo. No caminho de volta, rumo a Ourém, numa curva, olhava sempre para estas ruínas. Naquele dia, resolvi ir ver mais de perto. Não resisti.
E que bem me senti. Estava frio, mas o meu casaco deixava-me confortável. Só apetecia rodopiar de braços abertos e gritar yupiiii!!!!!





Tirei estas fotos a semana passada, naquele dia frio em que a água deitava fumo. No caminho de volta, rumo a Ourém, numa curva, olhava sempre para estas ruínas. Naquele dia, resolvi ir ver mais de perto. Não resisti.
E que bem me senti. Estava frio, mas o meu casaco deixava-me confortável. Só apetecia rodopiar de braços abertos e gritar yupiiii!!!!!
Etiquetas:
Casas em ruínas,
Trabalho
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Paragens mais brandas
Etiquetas:
Natal
Subscrever:
Mensagens (Atom)