quarta-feira, 10 de novembro de 2010

100ª mensagem - Sorteio

Muito provavelmente, ninguém deu por isso mas, como gestora deste meu espaço, sou obrigada a saber que esta é a minha 100 mensagem! É um número redondinho. 100 vezes que aqui vim partilhar alguma coisa. E tem sido giro, pelo menos para mim. Sempre fui adepta de depositar o meu dia-a-dia num diário, agora faço-o publicamente. De uma forma um bocadinho diferente, é verdade, mas ainda assim, muito engraçada.

Bom, mas como alguns sabem e já aqui falei, gosto muito de fazer licores. É um dos amores que tenho e uma arte a desenvolver. E lembrei-me de oferecer aqui uma amostrinha do meu licor de folhas de figueira e dar a provar este mimo a quem gostar.

É uma forma de celebrar esta 100ª mensagem.
Quem quiser participar, já deve saber como fazer: é só enviar um comentário a esta mensagem e daqui a um semana sortearei o vencedor! Eh eh, desculpem-me, mas estou a achar isto mesmo giro.
Não valem sms, telefonemas ou encontros pessoais! Esse é outro departamento e já sabem que podem sempre contar com os meus licores.
Vale também dizer que abro este sorteio a todo o resto do mundo, uma vez que tenho amigos e conhecidos espalhados por alguns cantos por aí e não quero que fiquem de fora.
Façam o favor. Se gostarem e quiserem, o Licor de Folhas de Figueira espera-vos. O sorteio será de hoje a uma semana. O dia 17 à tarde será o dia tchanan!

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Avô sofre...

Claro, nada melhor para experimentar os dotes de cabeleireiro de renome do que um avô careca! Vais longe, filho.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Ao contrário

É curioso... A Primavera suscita em mim sentimentos de renovação e esperança. Mas o Outono tem o mesmo efeito, ao contrário do que ouço da maioria das pessoas!
Sem o pensar, é no Outono que tenho vontade de fazer planos, que me surgem mil ideias, que os melhores momentos se concretizam e até nasce o desejo maior e mais constante de reunir a família para boas jantaradas.
Ao mesmo tempo, apetece tanto uma boa conversa acompanhada de um bom café ou chá ou leite ou o que se quiser, com uma mantinha quente a aconchegar.

Até a carraçinha gosta. Quando virou a esquina do corredor e viu estas velinhas acesas, ficou tão mimocas. Saltou para o meu pescoço, beijou-me toda, "Mamã, mamã!", até fechou os olhos de tanto deleite. Rendi-me a uma sessão de beijos e abraços sem fim. A luz das velinhas dá um ar quente e acolhedor. É bom estar em casa e ouvir a chuva a cair lá fora. É tão bom o Outono.

domingo, 7 de novembro de 2010

Desenhos nos vidros

Hoje foi dia de bolinhos cá em casa. Bolo de Tâmaras para a sobremesa e broas de batata doce, farinha de milho e erva doce para ir mordiscando pelos dias fora até elas existirem. O forno esteve ligado algum tempo, o tempo suficiente para, estando mais frio lá fora, embaciar os vidros cá dentro.
Quem não se lembra do prazer de fazer riscos e rabiscos nos vidros embaciados? A minha carraçinha nunca lhes resiste também.

sábado, 6 de novembro de 2010

Rejubilem!

A minha carraçinha já sabe assobiar! Grande dia, este.
Andava em angústias porque não sabia assobiar e queria que o ensinássemos. Mas como é que se ensina a assobiar? "Oh filho, tens de lá ir por tentativas. Pões os lábios em bico, sopras o ar para fora e vais tentando até conseguires." Todos os dias ele treinava, persistindo em atingir este objectivo. Hoje, a angústia terminou! A minha carraçinha já assobia. Um dia destes vai parecer um rouxinol.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Cor de Outono com cheiro de Verão

Hoje o dia esteve quente. Andar, fez-me transpirar quase como se fosse Verão. Foi estranho até, ouvir e ver a publicidade da Popota e da Leopoldina. Parecia contradição. Ver a Popota e a Leopoldina significa dias frios, proximidade do Natal, lareiras acesas, cobertores quentinhos, mas hoje não. Esteve um dia luminoso e uma temperatura mais que amena.

Contudo, as cores do Outono acompanharam-me. O amarelo das folhas nas árvores que ainda as tinham - porque muitas já se encontravam completamente despidas - e o amarelo a alternar com o vermelho das vinhas. Tão bonito me pareceu. Apetecia ficar ali a olhar tudo, a cheirar tudo, a sentir tudo. Perceber que é nesta grandeza que se pode ser um bocadinho maior.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Retalhar

Hoje foi dia de apanhar as poucas azeitonas que as oliveiras, limpas o ano passado, deram. Sendo poucas, apanhámo-las para retalhar e enfardá-las todas na noite de Natal... se resistirem até lá, claro.



Entretanto, havia muitas distracções pelo caminho: cogumelos...

...tocas de toda a espécie de animais que faziam túneis dentro do tronco das oliveiras... Com uma criança ao lado, não há hipótese de a imaginação ficar parada.

Isto, ao fim de retalhar pouco mais de meia dúzia de azeitonas. Nem quero saber como seria se este ano estas oliveiras tivessem produzido à séria!