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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Bom...

Um bolo de chocolate coberto com natas e polvilhado com canela, é o meu mimo do dia para nós os dois, eu e a riqueza. O cheiro do bolo a fazer no forno mistura-se com o cheiro do óleo de cedro enquanto limpo os móveis e com o barulho dos desenhos animados na televisão e os gritos do pequeno que os acompanham, noto com alegria que há vida cá em casa.
Adoro cuidar dos pequenos detalhes para que todos se sintam bem, ainda que esse "todos" se resuma a nós os dois no presente. Mas agora que os dias recuperaram algum do seu brilho, dá-me um prazer imenso executar as ideias que me vêm à cabeça.

Como por exemplo, mudar o abajour do candeeiro da cozinha. A mana que me perdoe, que preferia o outro, mas eu cansei-me e mudei para este, mais sóbrio mas com uma cor mais serena. Resolvi dar-lhe alguma graça acrescentando-lhe uma pequena rendinha que tinha na caixinha das rendas, bordados inglês e folhos.

Guardo tudo, porque na altura certa, terão sempre utilidade. É um pequeno mimo, muito discreto, mas no qual pus toda a minha dedicação. É isto que me faz feliz...

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Gosto de...

... levar os pequenos a passear e a viver emoções, aventuras, descobertas, sentimentos de união e calor e partilhar gargalhadas sem fim. Assim é o Natal, assim são as férias, assim são os nossos dias.




quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Alentejo







Faltam o cavalo, as vacas, o vaqueiro, as mantas de crochet e de patchwork, o chão de madeira, as pinturas na parede, as flores oferecidas pelos pequenos, que o tempo foi pouco para tanta conversa. Foram dois dias intensos e intensivos de conversas adiadas e actualizadas. Vim de alma cheia e de muito por digerir. Os dias se encarregarão de pôr tudo no lugar, conforme a luz que se vai fazendo para poder arrumar tudo nas prateleiras. Mas em tudo, em tudo mesmo, vejo como Deus dirige todas as coisas... Obrigada, prima!

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Regressos

Este foi um dia feito de regressos. Regresso às aventuras com as sobrinhas. Regresso a sítios da infância. Regresso a imensas recordações do passado, partilhadas com eles. O sol iluminou o dia. As gargalhadas encheram o carro.

Este é, para mim, um sítio de paz. Apesar de não ser uma colina tão alta assim, sinto-me ali como se estivesse no topo do mundo. Talvez por dali só se ouvir o vento e ver a paisagem a perder de vista. Ficaria ali horas! Mas é impossível, com duas pré adolescentes e um pequenito a explodirem de excitação e de vida.


Dali descemos até à gruta abandonada, cercada por rede de arame, que alguém resolveu cortar para poder continuar a "exploração". Não chegámos a entrar porque havia lá um grupo de pessoas a tocar e a cantar. Que curiosidade... Quem seriam? O que fariam ali? Ainda passámos pelas torres do ladrão Gayão, sítio misterioso mas inacessível devido à vegetação densa. Tantas recordações. Todas eu partilhei com eles, trazendo à conversa emoções, lugares, histórias e pessoas que fizeram parte do meu percurso.

Retemperámos as forças com uma boa lasanha ao almoço já tardio e seguimos até ao Lago Azul. Outro sítio onde não ia há anos. Adorei. Aliás, adorámos. Íamos só visitar, mas claro, imprudência pura levar três jovens para perto de água sem levar fato de banho. Mas sem stress. Elas foram ao banho vestidas, ele foi em cuecas. Eu, a única com algum juízo no meio daquilo tudo, tentava impor a ordem. Éramos só quatro, mas fazíamos barulho por aquela gente toda que lá estava, provocando risos nos espectadores mais atentos.





Muito, muito bom, este dia. À noite foi o jantar de anos da mana, mas nessa altura, a única com genica era ela, porque todos nós já estávamos prontos para ir para a cama, eh eh.

terça-feira, 28 de junho de 2011

Numa tarde fresca de Sábado, demos mais um dos nossos passeios. Este foi longo, mas ele nunca se cansou e fez inúmeras paragens para brincar, para falar, para descobrir. O único contra, do ponto de vista dele, foi termos de ir para casa, que já se fazia tarde e o pai estava quase a chegar. Nesta tarde fresca de Sábado, é a minha carraçinha quem vai alegrar as memórias deste dia, daqui a muito tempo.






terça-feira, 21 de junho de 2011

Catavento e figos




Apanhámos muitos figos ao som do catavento, que o sogrinho insiste em chamar de tremela. Temos figos saborosos para dar e vender e fazer as delicias da carraçinha, que se alegra todo só de andar no campo. Momentos de puro prazer.

domingo, 19 de junho de 2011

Festa

No início do mês celebrámos mais um aniversário das sobrinhas. Como tem sido ultimamente, vamos para casa da avó paterna delas, uma casa simples, no campo, mas recheada de objectos íntimos que fizeram história no país e a história desta família numerosa. Aqui, pode brincar-se à vontade, escalar o monte no pinhal e jogar à bola no largo. O pior é quando, com tanta brincadeira, se parte alguma coisa. E, invariavelmente, em dia de festa há sempre alguma coisa partida. Motivo de desgosto para a avó, mulher de um coração enorme mas do tamanho da língua que, quando furiosa, se abre em impropérios e pragas. Habituados, encolhemos os ombros e conseguimos ver graça em toda a situação. Ela é que não, coitada, cheia de brio pelos seus objectos guardados ao longo do tempo e limpos e cuidados diariamente como se de membros da família se tratassem. Mas está-se sempre tão bem aqui...